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A evolução certa no Strength and Conditioning
300 horas por apenas 233€/mês + taxa de inscrição
Tens a sensação de teres terminado o teu percurso universitário e não saber efectivamente o que fazer com os teus clientes?
Já tens uma longa experiência no mercado do desporto ou da fisioterapia, mas continuas com a sensação que te faltam competências que te permitam optimizar a tua intervenção?
Entendes a importância do exercício físico para a melhoria do rendimento e da saúde, mas não sabes como e quando aplicar?Então esta especialização de Strength and Conditioning é para ti.
A Master Science Lab, juntamente com Antonio Piepoli - referência incontornável da readaptação desportiva em Espanha -, estruturou uma formação impar em Portugal que impulsionará os teus conhecimentos sobre exercício físico de maneira exponencial.
A especialização está organizada em 12 módulos liderados por investigadores, treinadores, professores universitários e personal trainers de altíssimo nível, para que aprendas não só os pressupostos que orientam as mais recentes tendências na área do treino, exercício e performance, mas também os melhores exemplos, fruto dos anos de experiência destes reputados profissionais.
Antonio Piepoli, o coordenador científico da especialização em Strength and Conditioning, organizou de forma eximia todos os conteúdos para que houvesse uma ligação coerente entre todos os temas, de modo a possibilitar-te uma aprendizagem útil e significativa.
Antes mesmo de terminares este percurso formativo, poderás já observar como todos os teus clientes melhoraram e que o seu foco deixou de estar na sua lesão, mas sim nos objectivos que traçaram em conjunto.
Para ser um excelente “Strength and Conditioning Coach” requer-se um amplo conhecimento e habilidades que com esta pós-graduação irás adquirir:
- Uma compreensão profunda da fisiologia e bioquímica do exercício.
- Uma compreensão profunda da biomecânica articular.
- Uma compreensão profunda da neurofisiologia e do controlo motor.
- Uma compreensão do movimento em diferentes populações e patologias.
- A habilidade para aplicar os conhecimentos teóricos e evidências científicas no dia-a-dia do treinador.
- A capacidade de compreender os dados recolhidos durante as avaliações e o treino.
- A habilidade de utilizar a carga óptima de treino em cada pessoa e população.
- As habilidades comunicativas para ensinar os exercícios e optimizar a aprendizagem motora.
- A habilidade de captar e fidelizar clientes.
- A habilidade de utilizar diferentes ferramentas de treino, dependendo dos objectivos específicos do treino.
- A habilidade de utilizar diferentes aplicações e software para optimizar os processos de avaliação e treino.
- Uma compreensão mínima de como a nutrição e a suplementação afectam o rendimento e a saúde.
- A capacidade de compreender diversas fontes de evidência (incluída a evidência científica) e usá-la para melhorar a sua prática.Estas são as razões que justificam a validade deste caminho de evolução. Não hesites quando o sucesso está a 300 horas de distância.
Aprende, experimenta e especializa-te.
Don't be average. Be a Master. -
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Datas, Locais e Destinatários
Datas
Fisiologia e bioquímica do exercício - 12-13 janeiro + 9-10 fevereiro 2019
Biomecânica articular - 2-3 fevereiro 2019
Bases do treino de força baseado em velocidade - 9-10 março + 21-22 abril 2019
Aprendizagem motora e qualidade do movimento - 22-23 fevereiro / 27-28 abril 2019
Treino em populações especiais - 4-5 maio + 8-9 junho 2019
Seminário 1: Bridging the gap: Rehab to performance - 9-10 março 2019
Análise e controlo do treino pessoal 1 (F-V, fadiga, recuperação) - 18-19 maio + 1-2 junho 2019
Análise e controlo do treino pessoal 2 (HIIT, excêntrico, suspensão) - 15-16 junho + 22-23 junho 2019
Análise, controlo e planificação do treino em desportos individuais - 28-29 setembro + 5-6 outubro 2019
Análise, controlo e planificação do treino em desportos colectivos - 19-20 outubro + 9-10 novembro 2019
Seminário 2: Nutrição e suplementação - 23-24 novembro 2019
Seminário 3: a ciência e a arte do coaching - 14-15 dezembro 2019-
Data Limite de Inscrição
31 de Dezembro de 2018 -
Local
Hotel Black Tulip
Avenida da República, nº 2038
4430-195 Vila Nova de Gaia
Latitud: 41.12043 | Longitud: -8.60644AmazinGym Padrão da Légua
Rua Nova dos Fogueteiros 284, 4460 Padrão da Légua (Custóias)
Latitud: 41.18922 | Longitud: -8.635247Módulo 1 - Hotel Black Tulip
Módulo 2 - Hotel Black Tulip
Módulo 3 - AmazinGym Padrão da Légua
Módulo 4 - Hotel Black Tulip
Módulo 5 - AmazinGym Padrão da Légua
Módulo 6 - Hotel Black Tulip
Módulo 7 - AmazinGym Padrão da Légua
Módulo 8 - AmazinGym Padrão da Légua
Módulo 9 - AmazinGym Padrão da Légua
Módulo 10 - AmazinGym Padrão da Légua
Módulo 11 - Hotel Black Tulip
Módulo 12 - Hotel Black Tulip Carga Horária
300 horas
Fisiologia e bioquímica do exercício - 30h
Biomecânica articular - 15h
Bases do treino de força baseado em velocidade - 30h
Aprendizagem motora e qualidade do movimento - 30h
Treino em populações especiais - 30h
Seminário 1: Bridging the gap: Rehab to performance - 15h
Análise e controlo do treino pessoal 1 (F-V, fadiga, recuperação) - 30h
Análise e controlo do treino pessoal 2 (HIIT, excêntrico, suspensão) - 30h
Análise, controlo e planificação do treino em desportos individuais - 30h
Análise, controlo e planificação do treino em desportos colectivos - 30h
Seminário 2: Nutrição e suplementação - 15h
Seminário 3: a ciência e a arte do coaching - 15h-
Horários
9h00-18h00
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Destinatários
Fisioterapeutas, treinadores, personal trainers e outros profissionais do exercício (tb. estudantes).
Vagas limitadas a
30 formandos-
Idioma
Espanhol e Português
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Programa
Fisiologia e bioquímica do exercício (Ismael Galancho)
1.
1.1 Fisiologia básica do exercício
1.2 Substratos energéticos
1.3 Vias metabólicas
1.4 Actualização de conceitos
1.5 Papel do lactato no exercício
2.
2.1 Fisiologia básica do tecido muscular
2.2 Tipos de fibra
2.3 Actualização de conceitos
2.4 Fisiologia básica da hipertrofia muscular
2.5 Síntese e degradação de proteínas
3.
3.1 Bases biológicas e fisiológicas da hipertrofia muscular
3.2 Mecanismos da hipertrofia muscular
3.3 Vias de sinalização molecular
4.
4.1 Obesidade e doenças metabólicas
4.2 Fisiopatologia da obesidade
4.3 Sarcobesidade
4.4 Importância do tecido muscular e da força na saúde
4.5 Músculo como órgão endócrino
5.
5.1 Sarcopenia e dinapenia
5.2 Treino de força para prevenir a sarcodinapenia
5.3 Ajustes de variáveis e programação
6.
6.1 Treino concorrente
6.2 Fenómeno de interferência
6.3 Fisiologia molecular do treino concorrente
6.4 Evitar o fenómeno de interferência?Biomecânica articular (Ricardo Martinez)
1. Mecânica do exercício: fundamentos e aplicação.
• Exercício e forças. “Descrição de forças no movimento humano”.
• Sistema de alavancas no corpo humano.
• Artrocinemática e artrocinética.
• Sistema de alavancas e exercício.
• Perfil de resistência.
• Análise mecânica aplicada ao exercício.
2. Mecânica muscular e artrocinemática da extremidade superior.
3. Mecânica muscular e artrocinemática da coluna vertebral.
4. Mecânica muscular e artrocinemática da extremidade inferior.Bases do treino de força baseado em velocidade (Fernando Pareja Blanco)
1. Conceito de força
2. Factores determinantes da força
3. Avaliação da força
4. Prática: avaliação da força (Curva força-velocidade)
5. Metodologia do Treino de Força (I)
6. Metodologia do Treino de Força (II)
7. Treino de força baseado em velocidade de execução. Intensidade
8. Prática: como controlar a intensidade através da velocidade?
9. Treino de força baseado em velocidade de execução. Grau de esforço.
10. Respostas fisiológicas a diferentes treinos de força
11. Prática: avaliação da força. II (Curva força-velocidade)
12. Prática: como controlar o grau de esforço através da velocidade?
13. Programação do treino de força (I)
14. Programação do treino de força (II)
15. Pautas básicas do treino concorrente
16. Prática: programação do treino de forçaAprendizagem motora e qualidade do movimento (Tiago Rocha)
I. Controlo motor
1. Introdução ao controlo motor: definição e entendimento do que é o controlo motor, e qual a sua importância num contexto de treino e de reabilitação
2. Bases neurofisiológicas do controlo motor:
• Sistema nervoso central
• O controlo neural voluntário do movimento
3. Entendimento da natureza do movimento
4. O controlo do movimento: breve abordagem sobre as várias teorias do controlo motor:
• Teoria reflexa
• Teoria hierárquica
• Teorias de programação motora
• Teoria de sistemas
• Teoria ecológica
5. Neurofisiologia aplicada ao controlo motor:
• Sistemas sensoriais: toque, propriocepção, visão, sistema vestibular
• Sistemas perceptivos: ciclo de ação-percepção
• Controlo postural: reações posturais
6. Os estádios da coordenação motoraII. Aprendizagem motora
1. Introdução à aprendizagem motora: definição e entendimento do que é a aprendizagem motora, e a sua importância para o normal desenvolvimento motor do aluno/atleta
2. Habilidades motoras: breve contextualização e classificação das habilidades motoras
3. Relação entre performance e aprendizagem
4. A memória e a aprendizagem:
• Estrutura da memória
• Memória de trabalho
• Memória de longa duração
5. A atenção e o processo de aprendizagem
• Atenção e performance em tarefas múltiplas
• Atenção e foco
• Atenção e automatismo
• Atenção visual selectiva
6. Bases neurofisiológicas da aprendizagem motora:
• Neuroplasticidade: definição e entendimento da importância da plasticidade neural no processo de aprendizagem.
• Formas complexas de aprendizagem motora
• Processos neurofisiológicos cerebelares: potenciação de longo-termo (LTP), depressão de longo-termo (LTD)
7. As capacidades informacionais inseridas num processo de aprendizagem motoraTreino em populações especiais (Ivan Chulvi)
1. Treino físico em pré-adolescentes
• Características biológicas do estágio pré-adolescente.
• Bases fisiológicas e evidências científicas que permitem desmistificar muitas afirmações contra o treino físico no estágio pré-adolescente.
• Considerações para o desenho do exercício na fase pré-adolescente.
• Planificação e programação de exercícios físicos adequados, seguros e eficazes para a população pré-adolescente.
• Fases e aspectos importantes do desenvolvimento atlético a longo-prazo.
2. Treino físico na gravidez e pós-parto
• Características biológicas do estágio da gestação e do período pós-parto.
• Etapas biológicas e adaptação do exercício físico.
• Bases fisiológicas e evidências científicas que permitem desmistificar muitas afirmações contra o treino físico na gravidez e pós-parto.
• Considerações para o desenho do exercício na gravidez e no período pós-parto.
• Planificação e programação de exercícios físicos adequados, seguros e eficazes para grávidas e mulheres no período pós-parto.
• Papel do treinador como agente multidisciplinar na abordagem da grávida e da mulher em período pós-parto.
3. Exercício físico em pessoas hipertensas
• Etiologia e fisiopatologia da hipertensão arterial.
• Considerações para o desenho do exercício em pessoas com hipertensão.
• Principais ferramentas farmacológicas anti-hipertensivas e suas repercussões na resposta ao exercício físico.
• Bases fisiológicas e evidências científicas que permitem seleccionar os exercícios e métodos que podem ser aplicados ou não recomendados a um hipertenso.
• Planificação e programação de exercícios físicos adequados, seguros e eficazes para pessoas afectadas pela hipertensão.
• Papel do treinador como agente multidisciplinar na abordagem ao hipertenso.Seminário 1: Bridging the gap: Rehab to performance (Antonio Piepoli)
1. A figura de readaptador físico-desportivo
2. Processos que produzem dor
3. Processos que limitam a amplitude do movimento
4. Processos de lesão de um tecido
5. Avaliação de uma pessoa lesionada ou com dor
6. Análise dos dados obtidos na avaliação
7. Desenho de um programa de readaptação
8. Critérios de progressão reais e alcançáveis
9. Controlar e reduzir a dorAnálise e controlo do treino pessoal 1 (F-V, fadiga, recuperação) (Oscar Miguel Alvarez)
1. Treino concorrente na prática.
2. Tapering e treino de força.
3. Tecnologia disponível para medir a velocidade de execução no treino de força.
4. Perfil FV.
5. Projecto da avaliação do atleta. Estabelecer directrizes de treino: pontos fortes e fracos.
6. Optimização dos processos E-A na execução de exercícios de treino de força.
7. Treino de força a partir de uma abordagem baseada em sistemas dinâmicos.
8. Sistema de progressões e regressões de exercícios. Progressão lateral por A. piepoli.
9. Treino complexo.
10. Uso do RVIR no treino de força.
11. Fundamentos de planeamento e programação de treino.
12. Ferramenta de programação para treino perfeito no Excel.II. Recuperação
1. Conceptualização histórica do complexo fadiga-recuperação.
2. Evidência actual.
3. Continuum de overtraining.
4. Meios para avaliar a fadiga e a recuperação.
• Carga interna [Frequência cardíaca (HRV, HR Recovery, FC máx, HR stable state);
• Lactato; VO2 máx.
• Questionários.
• Testes de desempenho.
• Controlo da carga de treino.
• Tim Gabbet - Carga aguda vs. Carga crónica.
• Programação baseada no HRV.
5. Métodos de recuperação de fadiga.
• Meios físicos e fisioterapêuticos.
6. Planeamento da recuperação, o futuro do desempenho.Análise e controlo do treino pessoal 2 (HIIT, excêntrico, suspensão) (Fernando Martin)
1. Fisiologia do exercício com sobrecarga excêntrica
2. Exercícios com sobrecarga excêntrica no treino
3. Dispositivos isoinerciais
4. Controlo da carga mediante encoder em dispositivos isoinerciais
5. Benefícios do HIIT para o rendimento e saúde
6. Protocolos de alta intensidade
7. Treino de alta intensidade em diferentes contextos e com diferentes populações
8. Ferramentas de suspensão
9. Dispositivos "instáveis"Análise, controlo e planificação do treino em desportos individuais (Mario Cañizares)
1. Intensidade da competição para o desenvolvimento de requisitos de planeamento.
2. Principais teorias para o planeamento: Síndrome de adaptação geral, estímulo-fadiga-recuperação-adaptação, fitness-fadiga.
3. Determinação e análise de marcos fisiológicos e zonas de resistência: padrões de ouro e testes indirectos mais interessantes por disciplinas (válido, confiável e acessível).
4. Temporalidade e estratégias de uso baseadas em perfis. Prática de testes de campo (natação + ciclismo + corrida a pé).
5. Principais e novos modelos de periodização (ex.: tradicionais, blocos, inversos, ondulantes).
6. Principais e novos modelos de distribuição de carga de treino (ex.: LIT, HIT, Polarized).
7. Análise estratégica para escolha de métodos, novas tendências e perspectivas futuras: a partir de evidências, experiências e práticas.
8. Posicionamento, recomendações e exemplos reais de preparação.
9. Desafios para o futuro na periodização e controlo do treino: integração e uso do índice agudo de carga de trabalho crónica.
10. Uso de novas tecnologias no planeamento e controlo de atletas de endurance. Prática de uso básico e específico de Training Peaks e WKO.
11. Treino concorrente de força e resistência em desportos cíclicos: estratégias e recomendações
12. Tapering.Análise, controlo e planificação do treino em desportos colectivos (David Perez Caro)
1. Tudo é força: aplicação da força no jogo.• Repeat Power Ability• Treino da agilidade e velocidade2. Tudo é força: expressão da força no tempo.• Modelo trifásico de Skinner e McLellan• Treino metabólico em desportos de equipa3. Optimização do rendimento do atleta• Teoria OPTIMAL da aprendizagem motora• Monitorização e gestão da carga no atleta• A fadiga: chaves para a sua gestão4. Optimização do rendimento da equipa• Princípios tácticos básicos de:- Desportos de invasão- Desportos de campo5. O treino optimizador-preventivo• Como programar o treino optimizador-preventivoSeminário 2: Nutrição e suplementação (Fernando Mata)1. Introdução à nutrição. Bioquímica metabólica aplicada à nutrição.
2. Avaliação nutricional do atleta.
3. Consumo de carboidratos em atletas. Estratégias "low train compete hight". Periodização nutricional.
4. Proteínas na dieta do atleta. Importância da proteína no crescimento muscular, adaptação ao exercício e recuperação do atleta. Qualidade, quantidade e tempo das proteínas.
5. Gorduras na dieta do atleta. Tipos de gorduras. Efeitos na saúde e performance do atleta.
6. Importância dos micronutrientes no desempenho e adaptação ao exercício. Principais déficits em micronutrientes em atletas. Importância dos micronutrientes e a sua relação com o stress oxidativo. Stress oxidativo, antioxidantes e adaptação ao exercício.
7. Hidratação no atleta. Importância, requisitos. Novos avanços na hidratação no atleta.
8. Suplementação e ajudas ergogénicas em desportos de força. Introdução à suplementação. Ajudas ergogénicas seguras, eficazes e legais. Creatina, beta-alanina, bicarbonato, nitratos, cafeína. Outras ajudas ergogénicas. Mecanismos e protocolos de actuação.
9. Tópicos em nutrição: melhoria do sono no atleta; mulher, nutrição e desempenho, lesões em atletas: abordagem assente na nutrição.Seminário 3: a ciência e a arte do coaching (Isaac Rojas)
1. Introdução
1.1 Análise da situação actual do mercado do Fitness. Macrocontexto.
1.2 O treino pessoal com visão de negócio.
1.3 Chaves para a construção de um adequado profissional de treino pessoal.
2. Definição de “planificação estratégica””.
2.1 Plano de viabilidade empresarial, estratégia de diferenciação.
2.2 Análise DAFO do negócio.
3. Penetração de mercado.
3.1 Matriz de Ansoff.
4. Análise do mercado competitivo.
5. Os serviços. Caracterização.
5.1Tipologia de serviços.
5.2 Os serviços elementares.
5.3 Os serviços derivados.
6. Fixação do preço.
6.1 Pricing estratégico.
7. O cliente.
7.1 Captação.
7.2 Fidelização.
8. Comunicação
8.1 Neuro-Marketing
8.2 Marketing Fitness
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Certificado
Diploma Especialização em Strength and Conditioning.
Certificado de Formação Profissional, emitido através do Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), coordenado pelo Ministério da Educação e pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, conforme previsto na Portaria nº 474/2010.
Formação homologada pelo Instituto do Desporto e Juventude (IDP, I. P) para efeitos da renovação de cédula (PROCAFD/TEF e DT) com 60 Unidades de Crédito Presenciais.
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Docência
Antonio Ballesteros Espanha
Graduado em farmácia e em nutrição e dietética, Antonio Ballesteros é o CEO da Nutriendo-T e o actual nutricionista do Cádiz C.F. Anteriormente já havia exercido o cargo de nutricionista no Jaén C.F e no San Fernando C.D. É orador assíduo em inúmeros eventos científicos da AEMEF, SENUDE, DSP, CODINAN e NUTRISCIENCE. Tem formação complementar em coaching nutricional (IAC) e certificação internacional em cineantropometria ISAK nível I (Universidade politécnica de Madrid).
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António Piepoli Espanha
Criador do Functional Reconditioning System (FRS®), A. Piepoli é actualmente um referência incontornável quando o tema é o movimento humano, biomecânica e a readaptação físico-desportiva. A residir em Espanha, este Mestre em Exercício Clínico partilha o seu conhecimento, nos dias de hoje, através da docência na Universidade de Jaen (Espanha), da participação em congressos nacionais e internacionais e da publicação científica.
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David Perez Caro Espanha
Licenciado em Ciências da Actividade Física e do Desporto e pós-graduado em prevenção e readaptação de lesões desportivas no futebol (RFEF), em preparação física e readaptação em futebol (UPO) e em optimização e readaptação físico-desportiva. É CEO da Fhysio Sport Center e coordenador da área de optimização e readaptação.
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Fernando Martín Rivera Espanha
Doutorado em educação física e desporto e pós-graduado em investigação e intervenção em educação física e desporto, em cineantropometria e nutrição desportiva, e em marketing e gestão do desporto. É investigador e docente na Universidade de Valência em diferentes mestrados e pós-graduações e orador convidado em inúmeros eventos científicos em território nacional e internacional.
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Fernando Pareja Espanha
Licenciado em educação física, mestre em rendimento físico e desportivo e doutorado em ciências do exercício. É docente na Universidade Pablo Olavide (Sevilha) e autor e co-autor de inúmeras publicações internacionais sobre velocidade de execução no treino de força, da qual se destaca a sua tese de doutoramento com o Dr. Juan José González Badillo.
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Isaac Rojas Espanha
Licenciado em Ciências da Actividade Física e do Desporto, pos-graduado em traumatologia desportiva e cirurgia ortopédica (ULPGC), especialista em ergonomia e psicossociologia aplicada (ULL) e treinador pessoal certificado (NSCA-CPT, ISSACPT). Eleito um dos 10 melhores treinadores pessoais do mundo em 2014 (PTTW, Nova Iorque) e melhor treinador pessoal de Espanha, em 2015. É coordenador da área de condicionamento físico e prescrição de exercício no Hospital SJD de Tenerife, CEO do Health Space Tenerife, responsável do Wellness Institute do Technogym Espanha e Portugal, preparador físico de atletas olímpicos e paralímpicos, preparador físico de desportistas nacionais e internacionais de 6 modalidades desportivas diferentes.
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Ismael Galancho Espanha
Fitness manager, personal trainer e nutritional advisor, com extensa formação académica: licenciatura em educação física, mestre em nutrição desportiva, pos-graduado em personal training e MBA em Sport Management. Ismael Galancho, é ainda treinador nacional de bodybuilding, membro do grupo de exercício físico da Sociedade Espanhola de Estudo da Obesidade (SEEDO), membro do Better by Science, para além de docente e orador em inúmeros eventos académicos e científicos relacionados com o exercício, treino pessoal, nutrição clínica e desportiva, fisiopatologia da obesidade e patologias metabólicas.
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Ivan Chulvi Espanha
Doutorado em Ciências da Actividade Física e do Deporto e especialista em personal training e em treino de força e condicionamento físico com distinção pela NSCA, NSCA-CPT, *D, Ivan Chulvi é docente na Universidade de Alicante, formador da NSCA Spain, sport science advisor, CEO do Benestar Wellness Center e director técnico do programa MiniGym. É ainda autor de contribuições científicas relacionadas com o exercício físico e saúde.
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Mario Cañizares Espanha
Licenciado em ciências da actividade física e do desporto (INEFC-UAB), mestre em alto rendimento em desportos cíclicos (HP Sports Science – UM) e em alto rendimento desportivo (INEFC-UAB), é especialista em condicionamento físico e força (NSCA CSCS) e treinador especialista em desportos de resistência. É redactor no International Workout Endurance Group e G-SE e preparador físico da selecção espanhola de Kayak Polo. Anteriormente exerceu o cargo de preparador físico da selecção espanhola de natação e polo aquático feminino.
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Oscar Miguel Alvarez Espanha
Licenciado em ciências da actividade física e do desporto e mestre em alto rendimento desportivo, é especialista em prevenção e readaptação física e em optimização do treino em desportos de resistência. É CEO do RX Entrenamiento, onde desempenha cumulativamente as funções de personal trainer e readaptador físico.
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Ricky Martinez Espanha
Criador do “Mapping Training System”, um conceito de mapas cerebrais que inaugura uma nova linha de investigação no âmbito da dor e da reabilitação. Este especialista em neurociência e biomecânica aplicada à readaptação de lesões, partilha o seu conhecimento a nível internacional enquanto orador e docente. É licenciado em Ciências da Actividade Física e do Desporto, com pós-graduação em Medicina, Traumatologia e Fisioterapia Desportiva. Tem formação tem complementar Muscle Activation Techniques (USA).
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Tiago Carvalho Rocha Portugal
Tiago Carvalho Rocha é licenciado em Ciências do Desporto, com especialização no Treino de Alto Rendimento Desportivo (FADEUP), mestre em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básicos e Secundário (FADEUP), e frequenta actualmente a pós-graduação em Reabilitação Neurológica (ESS). É Director Técnico e Personal Trainer no EstudioFoz e formador da Metodologia MVF (Motricidade Voluntária Funcional). É palestrante convidado em inúmeros eventos nacionais e internacionais subordinados ao tema do exercício clínico.
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Porque vou ser melhor com este Curso?
Objectivos:
Fisiologia e bioquímica do exercício
1. Conhecer a fisiologia básica do exercício físico.
2. Entender o funcionamento das vias energéticas.
3. Compreender o papel do lactato na fisiologia humana.
4. Conhecer os princípios fisiológicos que justifiquem a hipertrofia muscular.
5. Aprofundar o tema das vias de sinalização molecular.
6. Conhecer a fisiopatologia da obesidade e enfermidades metabólicas.
7. Entender a importância do tecido muscular na saúde.
8. Compreender as causas e consequências da sarcopenia e dinapenia.
9. Aprofundar o tema do treino concorrente.
10. Conhecer o mecanismo de interferência e como evitá-lo.Biomecânica articular
1. Conhecer a mecânica do exercício
2. Entender a relação entre exercício e forças.
3. Aplicar o sistema de alavancas no corpo humano.
4. Conhecer a artrocinemática e artrocinética.
5. Aplicar o sistema de alavancas a diferentes exercícios.
6. Conhecer o perfil de resistência.
7. Aprender a realizar uma análise mecânica aplicada ao exercício.
8. Conhecer a mecânica muscular e artrocinemática da extremidade superior.
9. Conhecer a mecânica muscular e artrocinemática da coluna vertebral.
10. Conhecer a mecânica muscular e artrocinemática da extremidade inferior.
Bases do treino de força baseado em velocidade
1. Entender o conceito de força.
2. Conhecer os factores determinantes da força.
3. Avaliar a força.
4. Aprender a calcular o perfil F-V.
5. Analisar o perfil F-V.
6. Aprender a metodologia do treino de força.
7. Conhecer a importância da intensidade no treino de força baseado em velocidade.
8. Aprender a controlar a intensidade.
9. Conhecer e aplicar o conceito de grau de esforço.
10. Conhecer as respostas fisiológicas perante diferentes tipos de treino de força.
11. Controlar o grau de esforço através da velocidade de execução.
12. Aprender a programar o treino de força.Aprendizagem motora e qualidade do movimento
1. Definir e diferenciar aprendizagem motora, controlo motor e performance motora.
2. Entender os processos neurofisiológicos que estão na base da aprendizagem e do controlo motor
3. Entender a importância da aprendizagem e do controlo motor no contexto de treino e reabilitação
4. Conseguir manipular as variáveis que interferem na aprendizagem e no controlo motor, por forma a obter resultados mais rápidos, sustentados e duradouros.
5. Entender a complexidade inerente ao movimento humano, no contexto de treino e de reabilitação.Treino em populações especiais
1. Conhecer as características biológicas do estágio pré-adolescente.
2. Compreender as bases fisiológicas e evidências científicas que permitem desmistificar muitas afirmações contra o treino físico no estágio pré-adolescente.
3. Conhecer as considerações para o desenho do exercício na fase pré-adolescente.
4. Planear e programar exercícios físicos adequados, seguros e eficazes para a população pré-adolescente.
5. Identificar as fases e os aspectos mais importantes do desenvolvimento atlético a longo-prazo.
6. Conhecer as características biológicas do estágio de gestação e do período pós-parto.
7. Compreender as diferentes etapas biológicas e como o exercício físico deve ser adaptado a estas.
8. Compreender as bases fisiológicas e evidências científicas que permitem desmistificar muitas afirmações contra o treino físico no estágio de gestação e pós-parto.
9. Conhecer as considerações para o desenho do exercício na fase de gestação e período pós-parto.
10. Planear e programar exercícios físicos adequados, seguros e eficazes para mulheres grávidas e em pós-parto.
11. Localizar o papel do treinador como agente multidisciplinar na abordagem da grávida e da mulher em período pós-parto.
12. Conhecer a etiologia e fisiopatologia da hipertensão arterial.
13. Conhecer as considerações para o desenho do exercício em pessoas com hipertensão.
14. Conhecer as principais ferramentas farmacológicas anti-hipertensivas e suas repercussões na resposta ao exercício físico.
15. Compreender as bases fisiológicas e evidências científicas que permitem seleccionar os exercícios e métodos que podem ser aplicados ou que não são recomendados a um hipertenso.
16. Planear e programar exercícios físicos adequados, seguros e eficazes para pessoas afectadas pela hipertensão.
17. Localizar o papel do treinador como agente multidisciplinar na abordagem do hipertenso.Seminário 1: Bridging the gap: Rehab to performance
1. Conhecer a figura de readaptador físico-desportivo dentro de um processo de recuperação de um desportista lesionado.
2. Conhecer os mecanismos neurofisiológicos da dor.
3. Conhecer os mecanismos neurofisiológicos e biomecânicos que limitam a amplitude de movimento.
4. Conhecer a patobiologia das lesões musculares.
5. Conhecer a patobiologia das lesões tendinosas.
6. Aprender a avaliar uma pessoa lesionada ou com dor.
7. Aprender a analisar os dados obtidos na avaliação.
8. Aprender a desenhar um programa de readaptação à medida para o desportista lesionado.
9. Conhecer os critérios de progressão que permitam avançar de uma fase para outra da readaptação física.
10. Ser capaz de reduzir a dor através da utilização de diferentes ferramentas.Análise e controlo do treino pessoal 1 (F-V, fadiga, recuperação)
1. Criar sessões de treino tendo em conta as interferências entre capacidades físicas.
2. Conceber um período de treino tendo em conta as interferências intersessões entre capacidades físicas no micro/meso/macrociclo.
3. Conhecer os aspectos básicos do tapering.
4. Integrar o treino de força para melhorar o rendimento num período de tapering em função das características e necessidades de força no desporto.
5. Conhecer a tecnologia disponível actualmente para controlar o treino de força com base na velocidade de execução do movimento.
6. Realizar correctamente o teste progressivo de saltos com carga para obter o perfil força-velocidade de um grupo de atletas.
7. Avaliar as necessidades e características de cada atleta.
8. Programar o treino em função das características do atleta segundo o seu perfil força-velocidade.
9. Desenhar um processo de avaliação integral do atleta.
10. Analisar os aspectos relevantes do rendimento do atleta e do desporto.
11. Determinar as áreas de melhoria do rendimento a partir da avaliação.
12. Desenhar, executar e avaliar o treino proposto para melhoria do rendimento do atleta com base na análise realizada.
13. Conhecer a técnica correcta de execução dos exercícios de força básicos, assim como as suas variantes e exercícios auxiliares.
14. Analisar os principais erros técnicos de execução dos exercícios propostos.
15. Aprender e propor soluções óptimas no processo de ensino e aprendizagem nos exercícios de força que se executam com dificuldade.
16. Conhecer as actuais propostas de treino baseadas na análise do contexto específico.
17. Organizar o treino, de acordo com a especificidade do desporto e das necessidades do atleta.
18. Planificar e integrar as tarefas do treino na programação do treino.
19. Desenvolver um sistema de selecção de exercícios baseados em progressões e regressões do movimento.
20. Analisar os possíveis modos de progressão propostos mediante metodologia linear e lateral.
21. Conhecer as características do complex training.
22. Analisar em que situações se poderá aplicar o complex training para obter os melhores benefícios na melhoria do rendimento.
23. Programar o treino integrando a metodologia complex training.
24. Conhecer as características da resistência variável.
25. Analisar em que situações se poderá aplicar a resistência variável para obter os melhores benefícios na melhoria do rendimento.
26. Programar o treino integrando a metodologia baseada nas resistências variáveis.
27. Planificar o treino de força integrado com o treino específico.
28. Conhecer a diferença entre planificação e programação de treino.
29. Programar o treino de força integrado com o treino específico.
30. Desenvolver um sistema de treino que simplifique as tarefas do treinador.
31. Desenhar e utilizar uma ferramenta que facilite o desenho e controlo do treino.
32. Conhecer as correntes de pensamento actuais em relação ao complexo fadiga-recuperação.
33. Conhecer o estado actual de conhecimento sobre a aplicação prática do controlo do processo fadiga-recuperação no desporto.
34. Conhecer os diferentes meios para analisar a fadiga.
35. Conhecer os diferentes meios para favorecer a recuperação do atleta.
36. Conhecer e experimentar os métodos de recuperação existentes.
37. Analisar os efeitos e as possibilidades de utilização em função do contexto e do desporto.
38. Planificar as estratégias de recuperação da fadiga no atleta em distintos períodos de tempo (sessão de treino, semana e meso/macrociclo).Análise e controlo do treino pessoal 2 (HIIT, excêntrico, suspensão)
1. Entender a fisiologia do exercício com sobrecarga excêntrica
2. Aprender a utilizar os exercícios com sobrecarga excêntrica no treino
3. Aprender a utilizar os dispositivos isoinerciais
4. Aprender a controlar a carga mediante encoder em dispositivos isoinerciais
5. Conhecer os benefícios do HIIT para o rendimento e saúde
6. Conhecer a diferença entre diferentes protocolos de alta intensidade
7. Aprender a aplicar o treino de alta intensidade em diferentes contextos e com diferentes populações
8. Aprender a utilizar ferramentas de suspensão
9. Aprender a utilizar dispositivos "instáveis"Análise, controlo e planificação do treino em desportos individuais
1. Conhecer as exigências da competição e treino com base no estudo detalhado da intensidade da competição.
2. Dominar os diferentes tipos de planeamento e distribuição da carga de treino em desportes cíclicos.
3. Saber avaliar o desempenho e a forma física dos atletas em função de diferentes provas, análise de treino e provas gold standard.
4. Integrar novas tecnologias e análise de dados para a optimização do treino.
5. Conhecer as estratégias para distribuir correctamente as cargas de força e resistência ao longo dos ciclos de treino.
6. Conhecer as características dos diferentes tipos de tapering para maximizar o desempenho do atleta, em função do seu historial, tipo de competição e tempo disponível.
Análise, controlo e planificação do treino em desportos colectivos
1. Analisar e especificar as características acíclicas dos desportos colectivos.
2. Estabelecer os factores determinantes da performance em desportos coletivos.
3. Aprofundar o controlo, análise e avaliação de treino e da competição em desportos coletivos.
4. Conhecer o ambiente para a performance dos desportos colectivos.
5. Propor e seleccionar modelos de quantificação da carga de treino na preparação física do atleta e da equipa.Seminário 2: Nutrição e suplementação (em breve)
Seminário 3: a ciência e a arte do coaching (em breve)
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Propina e Modos de Pagamento
Propina
Inscrição Antecipada
Até 2019-12-163,890.00€ Inscrição Normal
Até 2019-12-314,240.00€ Inscrição Tardia
Até 2019-01-094,590.00€ Modo de Pagamento
ou100% no momento da inscrição 10% no momento da inscrição 6% até 04-01-2019 6% até 08-02-2019 6% até 22-02-2019 6% até 01-03-2019 6% até 01-03-2019 6% até 22-03-2019 6% até 12-04-2019 6% até 26-04-2019 6% até 24-05-2019 6% até 14-06-2019 6% até 19-07-2019 6% até 16-08-2019 6% até 20-09-2019 6% até 11-10-2019 6% até 15-11-2019 6% até 06-12-2019 Inclui Coffee Break (água, café e chá) + Documentação + Certificado de formação profissional
Para formalizares a tua inscrição deverás clicar no botão "inscrição no curso" nesta página ou através do acesso directo à tua área reservada. Antes, por favor, consulta as normas de acesso.
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