IASTM: técnica complementar efectiva e diferenciada para avaliação e tratamento dos tecidos moles O Instrument Assisted Soft Tissue Mobilisation (IASTM) é uma ferramenta eficaz de terapia manual, cujo alvo de intervenção é o tecido mole (pele, fáscia, músculo, ligamento e tendão), e que tem ocupado um lugar de destaque na prática diária de milhares de profissionais de saúde a nível mundial, particularmente nos EUA, pelos bons resultados obtidos e conforto gerado ao utente. O IASTM é tido como um óptimo aliado a outras formas de intervenção que o profissional já possui, tornando, portanto, a sua abordagem ainda mais efectiva e diferenciada. Este conceito faz uso de um equipamento especificamente desenhado para que, com êxito, se aborde o tecido conjuntivo presente na generalidade das estruturas do sistema músculo-esquelético e que, tantas vezes, estão em disfunção, estando por isso na base de alterações locais e à distância, culminando, por exemplo, numa deficiente biomecânica do movimento. De forma resumida podem destacar-se as vantagens do IASTM como: 1. De fácil utilização por parte do profissional 2. Confortável para o paciente 3. Maximização de resultados ao serem abordadas regiões e estruturas anatómicas muitas vezes esquecidas pelo profissional e que detêm um papel fundamental no bom funcionamento do sistema músculo-esquelético 4. Clara diminuição do tempo total do tratamento 5. Diminuir os mecanismos da dor e adaptações antálgicas 6. Reduzir a necessidade de mediadores anti-inflamatórios 7. Reverter condições crónicas do tecido músculo-esquelético
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Objectivos: - Aprenderá várias técnicas de libertações utilizando uma ferramenta que é tão eficaz quanto a terapia manual. - Aprenderá as técnicas baseadas no programa original americano, que se suporta em evidências científicas. - Será capaz de detectar exactamente a região com restrições musculares e obter resultados imediatos após tratamento. - Será capaz de poupar as mãos através do auxílio de ferramentas com design específico para todas as regiões anatómicas.
- Definição e apresentação. - Histórico, princípios e funcionamento. - Outras técnicas de libertação miofascial - Aplicação prática na função músculo esquelética. - Associações com as disfunções biomecânicas - Indicações e contra-indicações. - Resultados esperados das recuperações de lesões crónicas. - Noções anatómicas para aplicação prática. - Utilização na avaliação dos tecidos moles. - Tipos de ferramentas e modo de utilização. - Como integrar com outros métodos manuais. - Estratégias para cada área do corpo. - Padrões dos tecidos moles na avaliação e tratamento. - Como combinar o IASTM na avaliação de padrões de movimento - Aplicação na coluna vertebral. - Aplicações nos membros superiores. - Aplicações nos membros inferiores. - Discussão de casos clínicos - Actualização científica em torno da técnica. - Técnicas dinâmicas associado a instrumento para membros superiores - Técnicas dinâmicas associado a instrumento para membros inferiores - Técnicas dinâmicas associado a instrumento ou IASTM para troco e coluna vertebral
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Diego Galace de Freitas
Fisioterapeuta, Doutorado em Ciências da Saúde e Pós-graduado em Fisioterapia Músculo-Esquelética, Diego Galace de Freitas demonstra uma paixão surpreendente pela docência, acumulando o cargo de professor universitário na Universidade Paulista – UNIP e da Santa Casa de São Paulo. A par da longa experiência como docente de graduações e pós-graduações, Diego é ainda pesquisador e supervisor do grupo de coluna, trauma e DTM do serviço de Fisioterapia da Santa Casa de São Paulo, Fisioterapeuta do Instituto de Ortopedia e Traumatologia de São Paulo IOT e Sócio Director do Instituto LIVTA.
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- IASTM é uma técnica de terapia manual simples e de elevada eficácia que irá potenciar melhores resultados clínicos. - Não sendo uma técnica agressiva, não causa excessivos danos teciduais e contusões. - IASTM é uma técnica complementar às restantes que o profissional já recorre, constituindo-se como ferramenta adicional para avaliação e tratamento dos tecidos moles. - É uma técnica facilmente aprendida, sem necessidade de formação extensa, carga horária excessiva e investimento elevado.