Optimizar a qualidade do movimento é determinante se:
1. Está em período de recuperação de lesão;
2. Pretende reduzir o risco de lesão;
3. Tem como objectivo melhorar performance.
Estar a par das mais recentes estratégias de intervenção na área da Mobilidade é determinante se pretende cumprir os 3 pontos acima. Afortunadamente nos últimos tempos temos verificado uma investigação exaustiva na área da Mobilidade, o que faz com que alguns conceitos de trabalho se tornem totalmente obsoletos e emerjam outros que têm fascinado profissionais de saúde e exercício, pelos resultados surpreendentes que se alcançam.
Uma, se não a maior, competência motora básica do ser humano é a Mobilidade. Se esta capacidade não está presente em níveis aceitáveis, seguramente a qualidade com que o ser humano se movimenta será pobre.
Hierarquicamente, ninguém pode desejar observar um ser humano realizar com qualidade (ie, com baixo risco de lesão) uma tarefa motora mais complexa, como por exemplo subir escadas, movimentar um ombro, correr, baixar-se ou saltar, se uma competência tão básica como a Mobilidade estiver em défice.
Apresentar boa Mobilidade é condição obrigatória para que se possam realizar, portanto, tarefas mais complexas, sem que essas mesmas tarefas se tornem prejudiciais. Apresentar boa Mobilidade é condição essencial para se trabalhar, por exemplo, estabilidade/controlo motor ou outras capacidades físicas como a força, velocidade, resistência.
Até aqui, percebe-se de forma relativamente fácil a importância da Mobilidade. O desafio seguinte é:
1. Conseguir trabalhar esta condição física à luz dos mais recentes avanços da ciência, em particular da neurociência, o que claramente permite que os profissionais adquiram competências práticas altamente eficazes e consequentemente surpreendentes.
2. Identificar por exemplo como a tensão neural, a respiração e o SNC podem influenciar o trabalho de Mobilidade e consequentemente que adaptações deve o profissional instituir.
Os formadores, António Piepoli e Ricky Martinez, fortes investigadores e detentores de uma prática diária intensa na área do movimento humano, dizem-nos, a propósito do curso que aqui se apresenta:
?? Os profissionais vivem obcecados na procura de uma dada estrutura que justifique os resultados dos métodos que utilizam. Vêem coisas que não existem, tentam preencher os vazios/lacunas da evidência científica com crenças que muitas vezes são erradas e irracionais. Aconselho-vos que parem um segundo e façam uma reflexão.
Na verdade acreditam que a maioria dos benefícios que derivam de uma técnica ou método de trabalho resultam da alteração estrutural de uma dada região? Quando algumas técnicas conseguem gerar resultados em milissegundos, acreditam de verdade que em poucos minutos é possível modificar a longitude de um músculo ou de um tendão? E essa alteração a nível microscópico na ordem dos micrómetros, justificariam a alteração de centímetros que se verifica num arco de movimento??
Ver Mais
1. Compreender os principais conceitos relacionados com a mobilidade (viscoelasticidade, rigidez, flexibilidade e elasticidade).
2. Conhecer os componentes estruturais que limitam ou favorecem a mobilidade.
3. Compreender a tensão neural como factor limitador do movimento.
4. Conhecer o papel do cérebro nas limitações da mobilidade.
5. Entender a percepção de ameaça.
6. Conhecer os mapas cerebrais.
1. Definições dos termos relacionados com mobilidade (viscoelasticidade, rigidez, flexibilidade, elasticidade).
2. Nova definição de Mobilidade.
3. Componentes estruturais que limitam ou favorecem a mobilidade.
4. Princípios artrocinemáticos.
5. Tensão neural como factor limitador do movimento.
6. A respiração como padrão fundamental.
7. O papel do cérebro na limitação da mobilidade.
8. Quem vem antes da dor ou da redução da ROM?
9. Compreender a percepção de ameaça.
10. Mapas cerebrais.
11. O que é a tolerância para o alongamento?
12. SIMs vs. DIMs.
13. Inibição e facilitação intracortical.
14. Ferramentas para optimizar a mobilidade.
Sem informação
Certificado Internacional emitido pela En-forma.
Certificado de frequência de formação profissional, de acordo com o decreto 35/2002, de 23 de abril.
Formação homologada pelo Instituto do Desporto e Juventude (IDP, I. P) para efeitos da renovação de cédula (PROCAFD/TEF e DT) com 3.2 Unidades de Crédito Presenciais.
Modo de pagamento
Totalidade
100%
na inscrição
António Piepoli
Criador do Functional Reconditioning System (FRS®), A. Piepoli é actualmente um referência incontornável quando o tema é o movimento humano, biomecânica e a readaptação físico-desportiva. A residir em Espanha, este Mestre em Exercício Clínico partilha o seu conhecimento, nos dias de hoje, através da docência na Universidade de Jaen (Espanha), da participação em congressos nacionais e internacionais e da publicação científica.
1. Assimilará os princípios através da evidência científica para o trabalho de mobilidade.
2. Aplicará novas técnicas de trabalho para melhoria da mobilidade e outros aspectos relacionados.
3. Aprenderá a aplicar o trabalho sobre mapas cerebrais.
4. Ficará munido com as ferramentas mais recentes da actualidade quando o tema é Mobilidade. Ferramentas essas que permitem resultados altamente precoces no incremente de uma das competências motoras mais básicas do ser humano.